5 Melhores Lugares para Beber Café em São Paulo

5 Melhores Lugares para Tomar Café em São Paulo ou as 5 Melhores Cafeterias de São Paulo ou Onde beber café em São Paulo

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1. Coffee Lab

O Coffee Lab é um laboratório de torra, degustação e preparo de cafés. Os clientes podem aproveitar os melhores cafés brasileiros e ainda podem tirar suas dúvidas. A cafeteria também oferece cursos profissionais e educativos. A equipe atenciosa e bem informada ajuda muito na hora da escolha, somando pontos na experiência. E pra não sentir saudades, dá pra levar um pacote de café fresquinho pra casa.

Rua Fradique Coutinho, 1340 – Vila Madalena – São Paulo. Tel. (11) 3375-7400.

 

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2. Santo Grão

Com uma combinação de fatores (ambiente, pessoal e cafés diferenciados), o Santo Grão busca proporcionar aos clientes a experiência e o sabor do grão de café torrado e moído na hora. O local possui três ambientes: o terraço bem amplo e ventilado, com portas de vidro e vista para a rua; o salão com charme e mesas confortáveis para uma refeição; e o lounge, mais reservado com mesas baixas e poltronas aconchegantes para se degustar o café com calma.

Rua Oscar Freire, 413, Cerqueira César – Tel: (11) 3062-9294

 

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3. Octavio Café

Com um ambiente arquitetônico moderno e que chama a atenção, o Octávio Café proporciona a seus clientes um espaço interativo, criado para agradar a todos os sentidos. Localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, região nobre de São Paulo, a casa tem o clima ideal para coffee meetings e reuniões de negócios. Lá, o cliente pode degustar o saboroso café premium, que antes mesmo de ser lançado já foi o 1º colocado no Campeonato Brasileiro de Baristas (2006) e o com mais destaque no World Barista Championship – Tokyo (2007).

O local ainda é Pet friendly, aceita animais de pequeno porte (até 10kg) todos os dias da semana e serve deliciosas refeições.

O Octávio Café é um lugar especial, muito mais que uma cafeteria, cujo ambiente proporciona a possibilidade de se vivenciar uma experiência única. A cozinha busca levar o toque brasileiro para o seu cardápio, que oferece refeições do café da manhã ao jantar. O menu traz os toques de nacionalidade nas combinações das receitas produzidas com produtos de origem brasileira.

Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2996, Jardim Paulistano – Tel: (11) 3074-0110

 

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4. IL Barista

Com 11 anos de existência e quatro unidades espalhadas pela cidade, a Il Barista oferece alguns dos mais sofisticados cafés. Além disso, os clientes tem possibilidade de realizarem cursos e participar de palestras exclusivas. A cafeteria ainda disponibiliza algumas de suas receitas em seu site oficial, e oferece diversos produtos como cafés especiais, canecas e moedores.

Shopping Morumbi – Avenida Roque Petroni Jr 1089 – São Paulo

 

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5.Sofá Café

A filosofia do Sofá Café se baseia na diferença de um cafezinho e um cafezão!

Há quem prefira café doce, quem goste mais ácido, quem procure por algo que lembre o café de mãe… O importante é que o café seja equilibrado em todos os seus padrões, sem impurezas e, de muita qualidade.Pensando nisso o Sofá Café criou a linha “Cafés de Sofá” com cinco perfis sensoriais diferentes: Conforto, Cult, Melado, Ventura e Super Especial . Um conceito diferenciado e super saboroso, que vale a pena experimentar.

Rua Bianchi Bertoldi, 130 – Pinheiros – São Paulo – 11 3034 5830

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Como Armazenar Café – Café na Geladeira?

Afinal, é bom guardar o café na geladeira?

O café perfeito exige alguns cuidados importantes para garantir o prazer de saboreá-lo. Durante o preparo do café, por exemplo, você se preocupa com as medidas do pó e em não ferver a água. Depois de pronto, você nunca requenta o café e só toma a bebida feita na hora. Isso não é novidade, mas você sabe guardar o café?

Conversamos com a cafeóloga Elaine Relvas, formada em Engenharia de Alimentos pela Escola de Engenharia Mauá e pós-graduada em Administração Industrial pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini – USP, para descobrir a melhor forma de armazenar o café torrado e moido.

Barista, degustadora e profissional especializada em avaliação sensorial de café, ela passou preciosas informações. ‘’Na indústria, o café depois de torrado e moido deve ser embalado rapidamente em embalagens a vácuo ou com atmosfera modificada (uma mistura de gases usada para preservar os alimentos). Entretanto, depois de aberto, é importante que o pó seja colocado em potes fechados e escuros, preferencialmente. Assim a luz, que facilita a oxidação, fica menos intensa preservando ainda mais o produto’’ explica.

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Ao se oxidarem, os óleos aromáticos do café são transformados com o tempo. Essas substâncias não causam mal a saúde, mas alteram o sabor da bebida. Por isso, a cafeóloga recomenda que após de aberto, o café seja consumido em até 15 dias ou para aumentar sua validade, deve ser armazenado no freezer.

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Segundo Eliane, outro passo importante para manter as propriedades do café é guardá-lo na geladeira. As baixas temperaturas ajudam a preservar o aroma no produto e, por sua vez, na bebida também. Ao enfatizar as técnicas de conservação, ela resume: ‘’Evite potes abertos e transparentes. Os ideais são de inox. Após aberto, o consumo deve ser rápido para não se perder o sabor’’

 

Cursos de Café – Aulas de Café – Cursos de Barista

Cada vez mais se buscam grãos de café de qualidade e profissionais treinados para fazer diferentes preparos com a bebida. Especialista, o barista já virou tema de diversos cursos de preparação para o mercado de trabalho. As aulas vão do básico ao aprendizado sobre a torra, por exemplo.

Confira abaixo alguns cursos onde você pode se especializar:

1. São Paulo – Café Caseiro – Coffee Lab

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O curso tem como objetivo incrementar as possibilidades do preparo de café em casa. Reconhecer a qualidade do café e suas diferentes espécies, aprender a utilizar a água correta para o preparo, além de diferentes métodos de preparo: coado, french press, italiana, Aeropress, espresso caseiro, etc.

O Coffe Lab também tem um curso de especialista, o curso abaixo:

2. Curso de barista sênior – Coffee Lab

Objetivo do curso é aprofundar os tópicos do nível de barista junior (curso também oferecido pelo Coffee Lab), desenvolver conhecimentos técnicos e capacitar o aluno ao trabalho no mercado de cafés especiais.

Endereço do Curso e site:

http://coffeelab.com.br/cursos/

Rua Fradique Coutinho, 1340. Vila Madalena – São Paulo, SP – Brasil. CEP 05416-001 Telefone: +55 (11) 3375-7400

 

3. São Paulo – Coffee Lovers – Octavio Café

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O curso de rápida duração é destinado àqueles que querem se aprofundar na experiência de preparar e tomar um bom café. Nesse dia (25 de abril de 2013), a barista Tabatha Creazo irá ministrá-lo. Com duração de 3 horas, a aula será dividida da seguinte forma:

– Da semente à xícara: historia do café, processo e profissionais envolvidos;
– Diferentes tipos de café: tradicional, gourmet, superior e especial;
– Técnicas para escolher o seu café;
– Granulometria: moagem do café para cada método;
– Métodos de preparo: coador de pano, chemex, hario, french press e aeropress.

 

4. São Paulo – Curso de Barista do Santo Grão

Os participantes vão ter aulas de história do café; das regiões do mundo produtoras do grão; sobre o processo produtivo: da colheita ao grão verde; e métodos de preparação de café, entre outros temas. A carga horária é de dez horas e cada grupo terá, no máximo, seis alunos.

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Já o curso de degustação será ministrado pelo proprietário da casa Marco Kerkmeester e pelo juiz internacional do programa Cup of Excellence, Fábio Ruellas. Entre os tópicos a serem estudados, estão: aroma e paladar; classificação dos cafés; blends; e ponto de torra. A carga horária total é de quatro horas e cada grupo terá, no máximo, oito alunos.

Os dois cursos terão apostila e certificado de conclusão.

Curso de barista nível básico
Quando: 7 a 9 de abril, das 9h às 12h, ou de 5 a 7 de maio, das 19h às 22h
Quanto: R$ 420 (confira os valores antes)

Curso de degustação
Quando: 5 e 7 de maio, das 10h às 12h
Quanto: R$ 270 (confira os valores antes)

 

5. Formação de Barista – Senac

O curso visa capacitar profissionais para preparar cafés espressos (do italiano espresso), com base em técnicas específicas, utensílios e máquinas profissionais, capazes de distinguir os produtos existentes no mercado, reconhecendo os diferentes grãos utilizados, colocar em prática os segredos da preparação de bebidas variadas à base de café, valendo-se de receitas e técnicas de coquetelaria, vaporizar o leite e preparar bebidas à base de leite vaporizado.

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O aluno será capacitado também para montar o serviço do café, dispondo os utensílios de maneira graciosa e elegante ao servir a bebida.

Durante o curso, o participante tem a oportunidade de degustar distintas variedades de café, apurando seu paladar para que possa interagir com o cliente, na venda do produto.

(Carga horária: 48 horas)

 

Veja alguns cursos em outros estados:

6. Abissinia – Casa do Barista – Rio de Janeiro

A Casa do Barista têm como missão ser um centro de referência na formação de Baristas e na prestação de serviços de consultoria e eventos com café. Visando sempre despertar o conhecimento e capacidade de percepção dos interessados no reconhecimento das características de um bom café. A Casa do Barista promove cursos de capacitação de pessoal (treinamentos, palestras, workshops) sobre temas da área de gastronomia ligados ao café e aos serviços de cafeteria. Entre os cursos disponíveis estão: Café – Histórias e Lendas; O Grão de Café – Como reconhecer um bom Grão, Classificação, Pontos de Torra e Cuidados especiais; As Máquinas – Apresentação do equipamento e utensílios, limpeza, cuidados e conservação; O Café na Xícara – Como reconhecer uma boa xícara de café, aspectos gustativos e olfativos, Vaporização do Leite, Capuccinos e Drinks Básicos com Café; Latte Art, Oficina de Criatividade – Criando Drinks com Café e Degustação.

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Contato:

7. Centro de Classificação de Café – (Sindicafé-MG) – Belo Horizonte

O Centro de Classificação de Café do Sindicato da Indústria de Café de Minas Gerais – Sindicafé-MG, oferece cursos, treinamentos e palestras para profissionais do setor com o objetivo de aprimorar seus conhecimentos e consequentemente assegurar a qualidade do café. Entre os cursos oferecidos estão: Noções Básicas de Classificação e Degustação de Café, Aperfeiçoamento em Blends e Degustação de Café, Responsável Técnico e Boas Práticas de Fabricação e Capacitação e Qualidade em Vendas para a Indústria de Café. As informações sobre os cursos estão disponíveis na área de produtos e serviços do site do Sindicafé-MG.

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Contato:

  • Rua Tupis, 457 – 7o. andar – salas 706/707 – Centro, Belo Horizonte – MG
  • Tel: (31) 3226-2757
  • Site: www.sindicafe-mg.com.br

 

8. Lucca Cafés Especiais – Curitiba

O laboratório Lucca oferece cursos e atividades para apreciadores de café e profissionais do setor. Os cursos tem informações para todos os perfis. Entre os cursos oferecidos estão: curso básico de barista, curso avançado de barista, curso de latte art, estágio supervisionado em loja, elaboração de cardápios, práticas de extração de espresso e vaporização de leite, curso básico de torra, curso básico de cupping, treinamento sensorial e cupping para apreciadores. Mais informações sobre os cursos estão disponíveis no site da Lucca Cafés Especiais.

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Contato:

  • Alameda Presidente Taunay, 1326 – Mercês, Curitiba – PR
  • Telefone: (41) 3024-6950

 

Tipos de Preparo de Café – Espresso, Ristretto, Lungo…

Caros amigos, confiram as 10 bebidas à base de café mais populares no mundo.

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Espresso ou expresso: café feito com uma moagem bem fina extraído através da pressão de uma máquina de café adequada, usando água muito quente.

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Ristretto ou café curto: é um café espresso tirado com menos água, ficando com um sabor mais forte que um espresso normal.

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Lungo ou café longo: é um café espresso obtido através da passagem do dobro da água através do pó do café.

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Doppio ou café duplo: são duas medidas de pó de café: dois espressos numa só xícara.

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Americano: o café americano é feito adicionando água a café espresso extraído. Dependendo do tamanho, pode levar um ou mais cafés espressos. Neste café, e ao contrário do café de saco, a água não fica a passar pelo pó de café até encher a caneca.

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Café de saco ou filtrado: a água passa por um saco com pó de café até este ficar preparado. Este tipo de café não tem o creme típico do espresso.

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Cappuccino: Um cappuccino clássico, muito famoso no brasil, consiste em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado.

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Latte: é um café espresso misturado com leite quente e coberto com um pouco de espuma de leite.

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Macchiato: são 4 partes de café espresso, uma parte de leite condensado e um shot de espuma de leite por cima. Usualmente é servido numa pequena xícara de vidro.

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Mocha: é um café espresso com chocolate quente, coberto com espuma de leite, e frequentemente servido num copo.

Veja esta pequena tabela que fizemos para facilitar.

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Café Espresso ou Expresso? Como se escreve?

Café espresso ou café expresso? Quando se refere ao café, alguns têm adotado a palavra espresso no lugar de expresso.

Erro de ortografia? Não.

A palavra espresso, usada na Europa, vem do italiano e sua raiz guarda relação com o verbo latino que, em português, deu origem a espremer. Não há registro de espresso nos dicionários de língua portuguesa.

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Então, fica a dúvida sobre a forma correta de escrever: café expresso ou espresso? Expresso significa rápido e um café “espresso” (de espremido em português), feito sob pressão.

Espresso deve ser aceito, segundo especialistas, porque o vocabulário corrente admite palavras estrangeiras, como shopping, que é do ingles.

E está errado dizer expresso?

Não, porque de fato o café espremido (ou espresso) na máquina fica pronto entre 15 e 20 segundos, rápido e, portanto, expresso.

Como fazer um Bom Café Expresso (Espresso)

Só quem aprecia um bom café e tem uma máquina de café expresso em casa sabe o quanto difícil reproduzir aquelas doses irresistíveis extraídas nas padarias e nas cafeterias. Parece até que eles fazem alguma coisa especial que não conseguimos descobrir. Mas seguindo essas 10 dicas de mestre para preparar o café expresso perfeito na sua casa, você vai conseguir alcançar um resultado incrível e vai se surpreender com a qualidade do café da sua máquina doméstica. Vale lembrar que as recomendações servem para equipamentos automáticos que tenham moedor de grãos, tá? Então vamos lá.

1. Grãos de Café
A escolha dos grãos é essencial para você conseguir extrair um café expresso “campeão”. Até os baristas experientes terão problemas para fazer um café gostoso com grãos de qualidade inferior. Quando for comprar, procure escolher aqueles que levaram mais tempo na torra. Os grãos de café arábica são um dos mais indicados para o preparo do expresso, pois eles trazem um equilíbrio intenso entre aroma, sabor e amargura.

2. Qualidade da água

Dê preferência sempre à água mineral. Mesmo se for retirada do filtro, a água ainda pode ter gosto. Antes de colocar na máquina de café expresso, você também deve verificar a temperatura. A água muito fria ou muito quente interfere diretamente no sabor do expresso. 90 graus de temperatura é o recomendável.

3. Quantidade de água

O café expresso tradicional deve ser servido com 40 ml de água. Já o curto tem uma dosagem de 25 ml. Essas quantidades são consideradas ideais para proporcionar o melhor do aroma e do sabor do café.

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4. Quantidade de café

A quantidade de café utilizada no café expresso também deve ser considerada. Ela deve ficar entre 7 e 9 gramas. Um pouco mais ou um pouco menos do que isso pode comprometer o resultado final.

5. Moagem do café
A moagem também é um fator importantíssimo para a extração de um bom café expresso. Uma moagem muito grossa pode deixar a bebida fraca, enquanto uma moagem muito fina pode produzir um café forte e amargo. O ideal, normalmente é a moagem fina.

6. Tempo de extração do café expresso

O período de extração está diretamente relacionado à moagem. Se o moedor da máquina de café expresso produzir um pó grosso, o tempo para tirar o café será mais rápido. Logo, o café ficará fraco e não terá nem mesmo o creme. Já o pó mais fino vai originar uma extração mais longa. Consequentemente, o resultado será um café extremamente forte ou amargo. O tempo ideal de extração do expresso fica entre 25 e 30 segundos.

7. Creme do café expresso

O creme do café expresso é o grande segredo que dificilmente conseguimos acertar em casa. Ele serve para manter o café sempre quentinho, além de ser útil para conservar o aroma. Para produzir um creme consistente, você deve observar o tempo de extração, como falamos acima. Se o café sair muito rápido, você corre o risco de ficar sem o creme na bebida. O creme ideal tem uma coloração puxada para marrom claro e não se dissolve. Ele permanece grudado na xícara até o último gole.

8. Mexer o café expresso

Uma dica importantíssima para melhorar a qualidade do seu café expresso é dar aquela famosa mexidinha com uma colher. Mesmo que você não adicione açúcar ou adoçante, misturar o expresso vai fazer com que os aromas se combinem e deixem o café mais saboroso.

9. Xícara para servir o café expresso
Seja longo, tradicional ou curto, o café expresso deve ser servido em uma xícara aquecida. Você pode não reparar, mas os bares, padarias e cafeterias mantêm as xícaras aquecidas. Se você servir um expresso eu uma xícara fria, a bebida vai esfriar mais rápido.

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10. Açúcar no café expresso
A questão do açúcar no café expresso é relativa e até um pouco polêmica. Muita gente prefere tomar o café puro, assim a sua essência não se perde junto ao açúcar. Mas como o paladar é algo muito próprio, cada pessoa deve apreciar o café ao seu modo. A dica que deixamos sobre essa questão de adoçar ou não adoçar é que você prove o expresso primeiro sem açúcar. Só assim você vai descobrir se o sabor original vai te agradar. Se estiver um pouco amargo, não há nada de errado em adoçar um pouco. O importante é você sentir prazer ao saborear o expresso.

Quer comprar um café espresso italiano de qualidade, experimente o site: www.cafeemcapsulas.com.br

História do Café

Café no Mundo

O café é uma planta originária do continente africano, das regiões altas da Etiópia (Cafa e Enária), onde ocorre espontaneamente como planta de sub-bosque. A região de Cafa pode ser a responsável pelo nome café. Segundo uma das “lendas” da descoberta do cafeeiro, um pastor etíope foi quem percebeu que algumas de suas cabras mudaram seu comportamento após fazer uso de folhas da planta de café em sua alimentação, influenciando no comportamento de monges que o observaram.

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Da Etiópia foi levado para a Arábia. Os árabes tentaram manter o privilégio, pois foram os primeiros a cultivar essa planta “milagrosa” que assumia grande importância social devido ao seu uso na medicina da época para a cura de diversos males. Da Arábia o café foi levado primeiramente para o Egito no século XVI e logo depois para Turquia. Na Europa, no século XVII, foi introduzido na Itália e na Inglaterra. O café era consumido por diversas classes sociais, inclusive por intelectuais. Logo depois passou a ser consumido em vários outros países europeus, chegando à França, Alemanha, Suíça, Dinamarca e Holanda.

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Seguindo sua marcha de expansão pelo mundo, o café chegou nas Américas e nos Estados Unidos, atualmente o maior consumidor e importador mundial de café. Foram os holandeses que disseminaram o café pelo mundo. Inicialmente transformaram suas colônias nas Índias Orientais em grandes plantações de café e junto com franceses e portugueses transportaram o café para a América.

Café no Brasil

Na Guiana Holandesa (hoje Suriname), foram introduzidas mudas do Jardim Botânico de Amsterdã. Chegou à Guiana Francesa através do Governador de Caiena que conseguiu, de um francês chamado Morgues, algumas sementes semeando-as no pomar de sua residência. A partir desse plantio o Sargento Francisco de Mello Palheta transportou para o Brasil, para a cidade de Belém (Pará) em 1727, algumas sementes e plantas ainda pequenas. Em Belém, a cultura não foi muito difundida. Foi levada nos anos seguintes para o Maranhão, chegando à Bahia em 1770. No ano de 1774 o desembargador João Alberto Castelo Branco trouxe do Maranhão para o Rio de Janeiro algumas sementes que foram semeadas na chácara do Convento dos Frades Barbadinos. Então espalhou-se pela Serra do Mar, atingindo o Vale do Paraíba por volta de 1820. De São Paulo, foi para Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná.

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No Brasil, o desenvolvimento da cultura confunde-se com a própria história do País devido a sua grande importância econômica e social (o “Ciclo do Café”).

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1820: A partir dessa década, o Brasil passou a ser considerado exportador de café com exportações contínuas do produto, provenientes do Vale do Paraíba-SP, Araxá-MG e Goiás.

1845: O Brasil produz 45% do café mundial.

1857: Elevação dos preços internacionais devido à recuperação da economia européia e redução da oferta de café brasileiro, devido ao ataque do inseto “bicho mineiro” nas lavouras e pela limitação de mão-de-obra escrava (lei Eusébio de Queiroz). Os preços tiveram uma elevação de 50%, o que causou grande expansão da produção nos anos seguintes.

1865: Os preços caíram devido à diminuição das exportações para os Estados Unidos, que enfrentavam a Guerra de Secessão.

1906: O mercado sofre a primeira grande intervenção do governo motivada pelos preços baixos que mal cobriam os custos da colheita. O estoque já era grande em 1902 e a expectativa de grande colheita para 1906, com cerca de 17 milhões de sacas, quando o consumo mundial era de apenas 20 milhões, provocaram baixa nos preços. A intervenção ocorreu no dia 26 de fevereiro de 1906, quando os governantes de São Paulo e Minas Gerais assinaram o “Convênio de Taubaté”. Fixou-se um preço mínimo do café e o plantio de novas lavouras foi proibido.

1918: Grande geada reduziu a produção brasileira causando elevação de preços.

1932: Queima de estoques devido à superprodução. Os estoques chegaram a 33,5 milhões de sacas e até 1944 foram incineradas mais de 78 milhões de sacas. Proibição de novos plantios de café.

1939 a 1945: A segunda guerra mundial causou queda nos preços internacionais do produto.

1945/54: Melhoria dos preços após a guerra incentivou novos plantios.

1955: Superprodução de 22 milhões de sacas.

1962/67: Erradicação de 2 bilhões de pés de café. Em 1964, a retenção de estoques chegou a 48 milhões de sacas, como tentativa de elevação dos preços que estavam muito baixos.

1969: Geada no Paraná destruiu cerca de 80% da safra seguinte causando elevação dos preços.

1970: O Governo Federal lança o plano de renovação dos cafezais. Oferece financiamento farto, estimulando principalmente os Estados do centro-sul (regiões Sul de Minas, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), a aumentarem o parque cafeeiro.

1977: Preços altos devido à geada em 1975, que dizimou a cafeicultura no sul do País, com maiores efeitos no Paraná. Ocorrência da doença “ferrugem alaranjada do cafeeiro”, que foi se agravando desde a sua introdução no Brasil em 1970. Nessa época os preços do café tiveram seus valores mais altos da história, cerca de 400 dólares por saca.

1986: Longo período de seca e esgotamento dos cafeeiros no centro-sul do país provoca forte elevação dos preços. Com esse aumento do preço, as cláusulas do Acordo Internacional do Café deixaram de funcionar. Começa a operar o mercado livre no exterior, resultando em queda do preço, após curto período de elevação.

1987: Renovação do Acordo Internacional do Café e, apesar dos preços em baixa, houve tendência de estabilização (120 a 140 cents de dólar por libra peso).

1989: Término do Acordo Internacional do café.

1991/93: Fase de preços muito baixos, chegando a menos de 40 dólares em determinados períodos. Houve grande erradicação de lavouras no centro-sul do Brasil e o abandono das lavouras por grande parte daqueles que permaneceram na atividade.

1994: Ocorrência de duas fortes geadas que atingiram grandes áreas produtoras no Brasil. Praticamente todo o Estado do Paraná, boa parte do Estado de São Paulo e áreas consideráveis do Sul de Minas Gerais tiveram suas lavouras seriamente atingidas. Um longo período de seca após as geadas atrasa ainda mais a recuperação das lavouras. Os preços sofreram altas históricas, chegando a ultrapassar 200 dólares/saca.

1995: Grande redução da produção brasileira (cerca de 12 milhões de sacas), resultado das geadas em 1994. O preço cai um pouco, estabilizando entre 150 e 180 dólares/saca em razão dos compradores internacionais operarem com estoques mínimos.

1996: O Governo Federal cria o Conselho Deliberativo de Política Cafeeira (CDPC), constituído por doze membros, dos quais seis representam o governo e seis o setor privado: CNC (02), CNA (01), FEBEC (01), ABIC (01) e ABICS (01).

2001: O preço do café atinge menos de $35/saca, um dos preços mais baixos da historia.

2011: O preço do café mais do que dobra entre 2010 e 2011, alcançando $350/saca em março de 2011, um recorde de mais de 30 anos. Esse aumento se deve principalmente à forte redução do estoque dos países consumidores e problemas na safra de alguns dos principais países produtores como a Colômbia. O fato de 2011 ser o ano de baixa da safra brasileira, devido à bianualidade da produção, ajuda na alta dos preços.

Maiores Produtores de Café do Mundo

Existem muitos países produtores de café, mas existem alguns que se destacam pela sua quantidade. A zona chamada de cinta do café encontra a sua origem em África, ligando o Trópico de Câncer ao Trópico de Capricórnio. As regiões que boas produtoras de café são tipicamente moderadas em sol e chuva, temperaturas médias que rondam os 20ºC, e com um solo poroso e rico. Cerca de 70% da produção de café advém da planta de café Arábica e a restante 30% advém da planta de café Robusta. No entanto, se simpatizar com a ideia, poderá experimentar cultivar café em sua casa. Assim, com uma média de 60kg por saco, os maiores países produtores de café são:

Brasil produz 22.5 milhões de sacos de café por ano

No início do século XVIII, o café rapidamente se espalhou pelo Brasil. Hoje em dia, o Brasil é responsável pela produção de 1/3 do café mundial. Os grãos de café mais famosos são Bahia e Boubon Santos.

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Colômbia produz 10.5 milhões de sacos de café por ano

A Colômbia é o único país produtor de café que tem 2 portos para 2 oceanos: Atlântico e Pacífico. Isto faz com que a capacidade de exportação seja muito mais ágil, com custos mais baixos. O café da Colômbia cresce nos sopés dos Andes, onde a combinação da altitude e humidade, cria um café leve. Os grãos de café mais famosos são o Medellin, Supremo e Bogotá.

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Vietnam produz 5,8 milhões de sacos de café por ano

Os missionários franceses levaram o café para o Vietname em meados do século XIX, mas apenas começou a existir produção significativa em meados dos anos 80. Nesta altura, as culturas cresceram tanto que os problemas de qualidade também rapidamente se começaram a evidenciar. O Vietnam é especialista na produção de grãos de café Robusta.

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México produz 5 milhões de sacos de café por ano

O café chegou ao México, oriundo das Antilhas, no final do século XVIII. Porém, apenas nos anos 70 é que começou a ser exportado em quantidades significativas. Hoje em dia, pequenas produções são as grandes produtoras de café mexicano. Os grãos de café mais famosos são Altura, Liquidambar MS e Pluma Coixtepec.

Etiópia produz 3,8 milhões de sacos de café por ano

Aqui nasceu a planta do café Arábica, sendo a Etiópia considerada a casa da planta do café Arábica, e o maior produtor, consumidor e exportador desta. A Etiópia vive do comércio de café. Os grãos de café mais famosos são Harrar, Sidamo e Yirgacheffe.

Índia produz 3,8 milhões de sacos de café por ano

Existe uma lenda que diz que a Índia foi o berço da nascença do café Arábica. Hoje em dia, a produção está debaixo do controlo da Comissão do Café Indiana, que muitos afirmam reduzir o incentivo à produção e, por consequência, à qualidade. Os grãos de café mais famosos são: Monsooned e Malabar.

Guatemala produz 3,5 milhões de sacos de café por ano

Os imigrantes alemães no século XIX iniciaram a produção de café na Guatemala. Hoje em dia, a maior produção de grãos de café, principalmente nos que crescem nos sopés vulcânicos, estão entre os melhores do mundo. Os grãos de café mais famosos são: Atitlan e Huehuetenango.

Costa do Marfim produz 3,3 milhões de sacos de café por ano

A especulação, a falta de investimento, a baixa qualidade, o clima político, tudo contribuiu para o declínio da produção de café, no entanto, a Costa do Marfim é especialista em grãos de café Robusta.

Uganda produz 3 milhões de sacos de café por ano

Embora o Uganda seja produtor de café Arábica, é também um grande produtor de Robusta. A produção de café providencia cerca de 80% do emprego aos trabalhadores rurais. Os grãos de café mais famosos são Bugisu.

Fonte: National Geografic

Tipos de Torra de Café

A torra do Café Gourmet é um dos passos mais importantes na fabricação desta bebida.

A boa torra é aquela que realça as melhores características de sabor, aroma e acidez de cada tipo de grão.  A curva de torra é definida pelo tempo em que o grão de café fica em cada temperatura.  Ela interfere no aroma, sabor, corpo, acidez, finalização, equilíbrio, enfim quase tudo pode ser trabalhado ao longo da torra.  O mesmo grão de café gourmet terá características muito diferentes conforme o ponto de torra usado.

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A primeira parte desse processo é descobrir o potencial de cada café. Cada tipo de café gourmet oferece um espectro de possibilidades e, apesar de complexo, podemos começar a descobrir seu potencial olhando primeiramente para a acidez e o corpo.

Os níveis de torra podem ser diferenciados pela cor do grão de café e o aroma. A torra pode ser clara, média ou escura.

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TORRA CLARA DO CAFÉ.  Acentua acidez e aroma com suavidade do sabor. Ameniza o amargor e o corpo.  A torra clara preserva mais os óleos aromáticos (grãos permanecem secos), mas acentua a acidez da bebida ao mesmo tempo que produz um café gourmet menos encorpado.

Ideal para máquinas de café expresso.

TORRA MÉDIA DO CAFÉ.  Ponto de equilíbrio entre várias características como acidez, aroma e amargor.  Normalmente acentua o corpo.  Porém, o café gourmet começa a ficar menos encorpado com torras mais escuras.

Ideal para coador de pano ou filtro de papel.

TORRA ESCURA DO CAFÉ.  Café menos ácido, mais amargo e menos encorpado.  Torra mais escura deixa o café gourmet mais amargo o que pode ser confundido com um café “mais forte”.   Porém, a torra muito escura pode “queimar” o café, acentuando muito o amargor e praticamente eliminando a acidez e o corpo.

 

Sistema de Classificação da SCAA (Specialty Coffee Association of America)

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Normalmente a indústria para determinar se a torra está clara média ou escuro, se utiliza dos discos da Agtron, uma escala definida pela SCAA (Specialty Coffee Association of America – Associação Americana de Cafés Especiais) e pela Agtron, uma empresa norte-americana que produz equipamentos para seleção de café.

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Existe um padrão produzido pela SCAA e Agtron chamado Sistema Agtron/SCAA Roast Classification Color Disk, constituído por 8 discos com diversos tons de marrom, onde cada uma possui um número referente aos graus de torra do café. Esses números vão de 25 a 95 em ordem decrescente de torra e cada um corresponde a uma temperatura, por exemplo o Agtron 45 corresponde a 235ºC, já o 65 entre 215ºC e 220ºC.

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De acordo com a preferência do país, há uma variação no número da torra, por exemplo, no Brasil a preferência de torra é entre 45 (moderadamente escuro) e 65 (médio claro), já na Itália a preferência é por torras bem mais escuras.

 

 

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Como Fazer um Café Gourmet Perfeito?

Como se faz um café gourmet “perfeito”?

É difícil responder essa pergunta pois o café perfeito para uma pessoa pode não ser o melhor café para outra. Gosto é gosto. No entanto, existem alguns itens que aumentam a probabilidade de um café gourmet ser considerado “perfeito” para um grande número de pessoas.

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Café 100% arábica, grão de café colhido maduro, secado ao sol em terreiro de cimento ou asfalto, beneficiado tirando os defeitos (paus, pedras, grãos defeituosos, etc), grãos de café maiores (peneira 16 e acima), grão verde armazenado com 11% de umidade em lugar arejado, grão torrado 7-10 dias antes do consumo, moído na hora, preparado seguindo corretamente as instruções de cada tipo de preparo, apreciado com calma junto a pessoas queridas.

Existem vários fatores que afetam as características do sabor, entre eles o corpo, a doçura e o aroma do café gourmet. Abaixo estão os pontos principais que devem ser observados para que você possa obter o melhor sabor e experiência.

Validade do café gourmet. Esse item é muito importante e, muitas vezes ignorado na hora da compra, para a qualidade final do café gourmet. Após torrado e moído, o café começa a perder rapidamente seu aroma, cremosidade e sabor. Se estiver adequadamente embalado e armazenado (ver armazenagem abaixo) após aberto, o grão de café torrado conserva a maioria de suas características por um prazo de até 4 meses, e o grão torrado e moído por até 3 meses, após sua fabricação. Quando estiver comprando um café gourmet observe a data de fabricação na embalagem, que deveria ser de, no máximo, 3 meses. Se você for demorar 1 mês ou mais para consumir esse café, a data de fabricação deve ser entre 1 e 2 meses da data atual. 

Ponto de torra do café gourmet. A torra é um dos passos mais importantes na fabricação do café. Ela é definida pelo tempo em que o grão de café fica exposto em cada temperatura. Esse processo interfere no aroma, sabor, corpo, acidez e finalização. Enfim, praticamente tudo pode ser trabalhado ao longo da torra. O mesmo café gourmet terá características muito diferentes, conforme o ponto de torra usado.

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Variedade do café gourmet. Existem vários tipos de planta de café arábica e assim como o vinho, o tipo de planta influencia bastante nas características do fruto e, conseqüentemente, o sabor da bebida. Algumas variedades como o Bourbon acentuam mais o aroma e a doçura, enquanto outras, como o Catuaí, têm um corpo mais leve e a acidez acentuada. No Brasil, as variedades mais utilizadas de café arábica são Catuaí e Mundo Novo.

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Qualidade do grão de café gourmet. Dentro de cada variedade existem diferentes tipos de grãos de café arábica. Os grãos maiores, inteiros, maduros e sem defeitos produzem as melhores bebidas. Grãos de café pequenos, quebrados, verdes e com defeitos produzem uma bebida de qualidade inferior, que pode ter características azeda e/ou amarga, mesmo sendo da mesma variedade. É muito importante também que o grão de café não tenha impurezas, como terra, pedras e pedaços de madeira, comuns em grãos de cafés de pior qualidade.  Esses são detalhes trabalhados durante a colheita, manuseio e beneficiamento.

Colheita e manuseio do café. A forma como o grão de café arábica é colhido, secado, beneficiado e armazenado tem um grande impacto na qualidade e validade final do grão. Os grãos de café colhidos diretamente do pé (mecânica ou manualmente), maduros, secados em terreiros de asfalto ou cimento para garantir a pureza, adequadamente embalados em sacos de juta com o nível de umidade de até 11%, e armazenados em lugar fresco e seco produzem as melhores bebidas e podem ter uma validade entre 1 e 2 anos (grãos verdes). Já os grãos de café colhidos do chão, secados em terreiros de terra, embalados com umidade superior a 12% e armazenados em lugares inadequados produzem bebidas muito inferiores com características de um sabor “azedo”.

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Água. A qualidade e temperatura da água têm impacto no sabor final da sua bebida, podendo até arruinar um café gourmet de excelente qualidade. Preferencialmente a água deve ser mineral para garantir que não exista adição de produtos que possam alterar o sabor do café gourmet como flúor ou cloro. A temperatura deve estar em torno de 90º C, ou seja, logo antes ou um pouco após a fervura.

Açúcar/Adoçante. Adição de açúcar ou adoçante no café é um habito pessoal e muito utilizado pelos brasileiros. Até porque normalmente a qualidade inferior do tradicional “cafezinho” requer adição de açúcar para melhorar o sabor amargo da bebida. Porém, o açúcar “mascara” o real sabor do café gourmet e pode fazer com que a maioria dos cafés pareça ter o “mesmo gosto”. Bons cafés gourmet deveriam ser tomados sem açúcar para apreciar sua doçura natural e realmente distinguir todas as diferenças sensoriais da bebida. Se você está acostumado a tomar café gourmet com açúcar ou adoçante, experimente tomar o primeiro gole sem açúcar. Aos poucos tome 2 goles sem açúcar. Eventualmente você pode se acostumar e preferir o café sem açúcar ou adoçante, e conseqüentemente, apreciar todas as características da bebida.

Armazenagem do café gourmet. Para conservar por mais tempo o aroma e o sabor, após aberto, o café gourmet deve ser guardado em uma embalagem muito bem fechada em lugar seco e arejado.

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